O problema que o Medusa resolve
Uma burla moderna quase nunca é uma simples chamada. É uma história que progride em vários canais, pela ordem:
Uma aplicação que só vigia as chamadas vê uma chamada suspeita. Uma aplicação que só vigia os SMS vê um SMS suspeito. Nenhuma das duas vê que é o mesmo burlão, a executar o mesmo plano.
O que o Medusa faz de diferente
Sem Medusa
Três eventos isolados, três alertas separados (ou nenhum alerta, porque cada sinal isolado parece inofensivo).
Com Medusa
Um único sinal coerente: «este número ligou, depois enviou um SMS, depois contactou pelo WhatsApp em poucos minutos» — um padrão que o Medusa reconhece e bloqueia.
Onde e como funciona
Tudo acontece no seu telemóvel, não num servidor. O Medusa recebe os sinais autorizados de cada canal (número de uma chamada, conteúdo de um SMS, notificação de uma mensagem — veja porque é que o Egidio pede este acesso), relaciona-os entre si, e toma uma decisão de imediato. Nada disto é enviado para outro lado.
De onde vem este nome
Porque uma burla nunca é um evento isolado. É uma história que se desloca de canal em canal — isso exige um motor concebido especialmente para a seguir, não três filtros que se ignoram uns aos outros.
O que acontece se o Medusa se enganar?
Como qualquer sistema, são possíveis raros falsos positivos. Cada intervenção do Medusa fica visível no Histórico e é explicável — e pode ser corrigida com um gesto se uma mensagem legítima tiver sido filtrada por engano. Detalhes: Como ler e corrigir o histórico →
Perguntas frequentes
O que é o Medusa?
O motor do Egidio que liga os sinais das chamadas, SMS e mensagens para reconhecer uma única burla multicanal.
Porquê este nome, Medusa?
Porque uma burla é uma história que se desloca de canal em canal — era preciso um motor concebido para a seguir.
O Medusa funciona sem internet?
A análise é feita no seu telemóvel. Nenhum dado das suas comunicações é enviado para um servidor.
O Medusa comete erros?
São possíveis raros falsos positivos. Cada intervenção fica visível e corrigível no Histórico.