O triângulo em que vive
Reivindica a sua independência
É o trabalho dele: explorar, testar o limite, por vezes quebrar uma regra para provar a si próprio que está a crescer. Os riscos que vêm com isso — sextorsão, falsas ofertas de emprego, burlas em marketplaces e em jogos online — são o preço de um terreno que precisa de atravessar, não um perigo que se elimina vigiando cada passo.
Recusa ser um fardo
Querer manter-se independente é legítimo — e por vezes desliza para a negação: «Ainda consigo gerir isto», mesmo quando a fragilidade já se instalou. As burlas que se fazem passar por um neto, um agente da polícia ou um funcionário bancário contam exatamente com esse orgulho.
Decisor, sem reforços
Presente sem ser sufocante — um equilíbrio difícil. Nos Estados Unidos, mais de metade dos adultos entre os 40 e os 49 anos têm ao mesmo tempo um pai vivo com 65 anos ou mais e um filho dependente ou sustentado financeiramente. No Reino Unido, estima-se que 1,4 milhões de pessoas entre os 16 e os 64 anos sejam «cuidadores sandwich» — a cuidar simultaneamente de um filho e de um familiar mais velho.
Pew Research Center (EUA) · UK Office for National Statistics — números referentes aos EUA e ao Reino Unido, citados a título de referênciaO dilema que as ferramentas existentes nunca resolveram
Vigiar alguém significa conflito com um adolescente, tutela imposta a um pai idoso, e confiança quebrada dos dois lados. Não fazer nada significa risco — e a culpa que vem com ele. Cada ferramenta no mercado obriga-o a escolher um lado: as apps de controlo parental deixam ver, os bloqueadores de spam isolados só cobrem uma pessoa. Nenhuma delas ocupa a posição real de quem está no meio.
A resolução: proteger sem vigiar
O modo Família da Egidio protege até 4 pessoas com uma só subscrição — cada uma filtrada localmente, no seu próprio dispositivo. Nenhum conteúdo, nenhuma conversa, nenhuma lista de contactos é enviada a outro membro do Círculo, nem sequer a quem paga a subscrição.
A maioria das apps de segurança familiar é construída para deixar uma pessoa vigiar outra — uma localização, um registo de mensagens, uma captura de ecrã enviada para casa. A Egidio foi construída para fazer o oposto: todos protegidos, ninguém vigiado. Nem nós. Sobretudo nós não.
O resultado: o seu filho adolescente mantém a privacidade intacta — é um filtro no telemóvel dele, não uma câmara apontada a si. Os seus pais mantêm a dignidade — ninguém os coloca sob tutela digital. E você ganha o que faltava: a tranquilidade de saber que o sistema está atento, sem ter de ser você, todos os dias.
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Carregar o duplo fardo sozinho
Numa família monoparental, não há um segundo adulto para partilhar a vigilância. Nos Estados Unidos, cerca de 10 milhões de famílias com filhos menores de 18 anos são chefiadas por um único progenitor, quase dois terços delas por uma mãe solteira. Uma proteção que exige vigilância constante é, na prática, uma proteção que não sobrevive ao dia a dia real de um progenitor sozinho. É precisamente isso que a Egidio não pede: uma vez configurado o Círculo, a proteção continua a funcionar sem que tenha de voltar a ela todos os dias.
U.S. Census Bureau — número referente aos EUA, citado a título de referênciaO eixo à distância
Para quem tem os pais que ficaram no país de origem enquanto se mudou para o estrangeiro, o papel de eixo desempenha-se à distância — sem visitas rápidas, sem passar por lá em cinco minutos. A nossa página dedicada às famílias emigrantes e à diáspora aborda as burlas que visam especificamente esse corredor, e como o modo Família protege as duas casas com uma só subscrição.
Esta não é uma decisão para tomar sozinho. Se tem irmãos ou um cônjuge que também cuida dos seus pais, envolva-os antes de configurar seja o que for — envie esta página por e-mail ou envie pelo WhatsApp.
Perguntas
A Egidio é uma app de controlo parental?
Não, e isso é deliberado. As apps de controlo parental deixam um pai ver o que o filho faz, e por vezes deixam um filho adulto ver o que o pai idoso faz. A Egidio protege sem deixar ninguém ver nada — cada pessoa no Círculo é filtrada localmente, no seu próprio dispositivo, e nada do seu conteúdo chega a mais ninguém, nem sequer a quem paga a subscrição.
Posso ver o que o meu filho adolescente recebe no telemóvel?
Não. A Egidio filtra chamadas e apps de mensagens diretamente no dispositivo dele. Nenhum conteúdo, nenhum histórico de conversa, nenhuma lista de contactos é enviado para o seu. O que está a comprar é a proteção dele, não a vigilância dele.
Como proteger os meus pais sem os incomodar?
Configurando com eles, nunca por eles, e apresentando como um filtro que reduz as chamadas incómodas — um argumento de independência, não uma admissão de fragilidade. O nosso guia dedicado explica a conversa a ter, nos dois sentidos da família.
Quanto custa proteger toda a família?
59,99 € por ano para 4 pessoas com uma só subscrição — cerca de 4,1 cêntimos por dia por pessoa protegida. O preço de dois planos individuais para cobrir quatro pessoas.
E se alguém da minha família tiver iPhone?
Hoje não pode ser protegido pela Egidio — a razão é técnica, não comercial, e está explicada em detalhe na nossa página dedicada. Os familiares com Android podem ser protegidos já.
Uma família. Uma compra. Quatro proteções. Zero vigilância.
4 pessoas, uma subscrição, 59,99 € por ano — cerca de 4,1 cêntimos por dia por pessoa. Cada uma protegida no seu próprio dispositivo, sem que ninguém veja o que os outros veem.
Experimentar a Egidio no Android — grátis Chamadas grátis para sempre · Como funciona o modo Família →Já protege os seus. Indique a outra pessoa e ambos ganham 7 dias grátis.