Egidio
Famílias · Carga mental

No centro de tudo, sem ninguém no centro de você

« Na sua idade, você já é grande demais para certas coisas, e ainda não é grande o suficiente para outras. »

Essa frase, talvez alguém tenha dito a você quando adolescente. Hoje, é você quem a vive dos dois lados ao mesmo tempo.

Você é o pivô.

Seus filhos adolescentes de um lado, que reclamam autonomia e às vezes a tomam mesmo sem sua aprovação. Seus pais de outro, que se recusam a ser um peso e às vezes negam que já não conseguem tudo sozinhos.

No meio: você. Presente demais é vigilância. De menos é risco. Existe uma terceira opção.

O triângulo em que você vive

O adolescente

Decreta a própria autonomia

É o trabalho dele: explorar, testar o limite, às vezes desobedecer para provar a si mesmo que está crescendo. Os riscos que vêm junto — sextorsão, falsas vagas de emprego, golpes em marketplaces e jogos — são o preço de um terreno que ele precisa atravessar, não um perigo que se evita vigiando.

O idoso da família

Se recusa a ser um peso

A vontade de continuar independente é legítima — e às vezes escorrega para a negação: « eu ainda dou conta », mesmo quando a falha já apareceu. Os golpes do falso filho, do falso policial, do falso gerente de banco miram exatamente esse orgulho.

Você

Quem decide, sem apoio

Presente sem estar presente demais — um número de equilibrista. Nos Estados Unidos, 54% dos adultos entre 40 e 49 anos têm ao mesmo tempo um dos pais com 65 anos ou mais e um filho dependente (dado americano, usado aqui como referência internacional). No Brasil, o Censo 2022 do IBGE registrou 16,5% dos domicílios como monoparentais — um responsável, sem cônjuge, cuidando dos filhos sozinho, sem revezamento.

O dilema que nenhuma ferramenta resolveu até agora

Vigiar é o conflito com o adolescente, a tutela imposta ao pai idoso, a confiança quebrada dos dois lados. Não fazer nada é o risco — e a culpa que vem junto. As ferramentas do mercado obrigam a escolher um lado: o controle parental dá a ver, o antispam individual cobre só uma pessoa. Nenhum dos dois sustenta a posição de quem está no meio.

A resolução: proteger sem vigiar

O modo Família do Egidio protege até 4 pessoas em uma única assinatura — cada uma filtrada localmente, no próprio aparelho. Nenhum conteúdo, nenhuma conversa, nenhuma lista de contatos chega até outro membro do Círculo, nem mesmo até quem pagou a assinatura.

A maioria dos apps de « segurança familiar » é construída para que uma pessoa vigie a outra — um ponto de GPS, um histórico de mensagens, uma captura de tela enviada aos pais. O Egidio foi construído ao contrário: todo mundo protegido, ninguém vigiado. Nem mesmo nós. Principalmente nós.

Resultado: seu filho adolescente mantém a privacidade intacta — é um filtro no celular dele, não uma câmera apontada para você. Seu pai ou sua mãe mantém a dignidade — ninguém coloca sob tutela digital. E você ganha o que faltava: a tranquilidade de saber que o sistema está vigiando o golpe, sem que seja você quem precise fazer isso o tempo todo.

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Sozinho com a dupla carga

Em famílias monoparentais, não existe um segundo adulto para revezar na vigilância. Uma proteção que exige tempo de supervisão é, na prática, uma proteção impossível de manter no dia a dia de quem cuida sozinho. É exatamente isso que o Egidio não pede: uma vez o Círculo configurado, a proteção continua funcionando sem que seja preciso voltar a ela todo dia.

O pivô à distância

Para quem tem os pais no Brasil e mora fora, o papel de pivô acontece à distância — sem poder passar lá para ver, sem poder checar com um olhar. Nossa página dedicada aos golpes contra brasileiros no exterior detalha as fraudes que miram especificamente esse corredor, e como o modo Família protege as duas casas com uma única assinatura.

Essa não é uma decisão para tomar sozinho. Se você tem irmãos ou um co-responsável que também cuida dos seus pais, envolva-os antes de seguir em frente — envie esta página por email ou no WhatsApp.

Perguntas frequentes

O Egidio é um controle parental?

Não, e isso é proposital. O controle parental dá a ver: a um pai, o que o filho faz; às vezes, a um filho adulto, o que o pai idoso faz. O Egidio protege sem dar a ver — cada pessoa do Círculo é filtrada localmente, no próprio aparelho, e nada do seu conteúdo chega a ninguém, nem mesmo a quem paga a assinatura.

Eu vejo o que meu filho adolescente recebe no celular?

Não. O Egidio filtra ligações e mensageiros diretamente no aparelho dele. Nenhum conteúdo, nenhuma conversa, nenhuma lista de contatos chega até o seu. O que você está comprando é a proteção dele — não a vigilância dele.

Como proteger meus pais sem magoá-los?

Instalando o Egidio junto com eles, nunca no lugar deles, e apresentando-o como um filtro que reduz as ligações e mensagens indesejadas — um argumento de autonomia, não de fragilidade. Nosso guia dedicado detalha essa conversa, nos dois sentidos da família.

Quanto custa proteger toda a família?

R$ 99,90 por ano para 4 pessoas em uma única assinatura — cerca de 6,8 centavos por dia, por pessoa protegida. O preço de uma assinatura individual e meia para cobrir quatro pessoas.

E se alguém da família tiver iPhone?

Essa pessoa não pode ser protegida pelo Egidio hoje — o motivo é técnico, não comercial, e está explicado em detalhes na nossa página dedicada. Os membros da família com Android, esses sim, já podem ser protegidos.

Uma família. Uma compra. Quatro proteções. Zero vigilância.

4 pessoas, uma única assinatura, R$ 99,90 por ano — cerca de 6,8 centavos por dia, por pessoa. Cada um protegido no próprio aparelho, sem que ninguém veja o que o outro vê.

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