Egidio nas redes sociais
A gente não posta a mesma coisa em todo lugar. Cada conta tem um propósito específico: ver golpes reais acontecendo, acompanhar o que está circulando agora, ou entender a fundo como o golpe funciona. Escolha a que resolve o que você procura.
O golpe, do jeito que acontece.
Ataques reais gravados num celular de verdade: a ligação bloqueada, a mensagem que chega minutos depois, a conversa que continua no WhatsApp. Sem atores, sem roteiro. É assim que um golpe muda de canal na prática.
Sacar a armadilha antes de cair.
Os mecanismos de manipulação explicados um por um: a urgência fabricada, a autoridade emprestada, um vínculo inventado. Uma mensagem-armadilha inteira, e o que deveria ter ligado o alerta.
O que está circulando agora.
Golpes recém-detectados, marcas usadas indevidamente no momento, ondas de SMS em curso. Curto, datado, com fonte.
A análise mais aprofundada.
Tendências de golpes no Brasil e na região, metodologia de detecção, o debate sobre proteger sem vigiar. Para quem quer mais do que uma dica rápida.
Agora também lá.
A página oficial da Egidio no Facebook. O conteúdo vai sendo construído aos poucos, assim como nas outras contas.
O que você vai encontrar lá, e de onde vem
Essas contas não são uma vitrine separada: elas divulgam o mesmo trabalho publicado aqui, em formato mais curto:
- O Laboratório das Ameaças — a observação contínua dos tipos de golpe, com foco no Brasil, com fontes.
- A Gramática da Manipulação — os oito mecanismos que se repetem em quase todo golpe, nomeados e documentados.
- A galeria — capturas de tela autênticas do aplicativo, nunca retocadas.
Denunciar um golpe em vez de só contar
Se você recebeu algo suspeito, o mais útil não é nos contar em privado, e sim denunciar. As denúncias validadas alimentam as fichas públicas da nossa pesquisa de golpes, que depois ajudam todo mundo.