Antes dos números, um teste
Três mensagens reais. Para cada uma, decida: golpe, ou legítima? Responda com sinceridade, como se tivesse recebido no seu próprio celular.
Sem erro de português, sem link, sem pressão agressiva — só carinho e um probleminha logístico. É exatamente o formato do golpe do «filho em apuros»: um número novo, um pedido de dinheiro plausível, um apelo à confiança familiar em vez do medo. Não tem nada para "reconhecer" no sentido clássico — é justamente isso que torna o golpe tão eficaz.
A armadilha está num detalhe minúsculo, fácil de passar batido na tela do celular: correios-entrega-pacote.com em vez do domínio real correios.com.br. O tom, o formato, a lógica de uma taxa pequena — tudo o resto parece confiável. Esse é exatamente o padrão que a polícia vem alertando como um dos smishings mais comuns no Brasil.
Essa mensagem é real — os bancos mandam alertas de fraude exatamente nesse formato, e essa deixa claro que nunca vai pedir senha ou código. Depois de duas armadilhas, a tentação é rejeitar tudo de uma vez — isso também não funciona. Nem confiança cega, nem desconfiança total são confiáveis. É exatamente esse o problema.
Aqui você estava avisado, tranquilo, numa página que anunciou o teste. A mensagem de verdade chega numa terça-feira às 18h, enquanto você tá fazendo outra coisa, e nunca avisa antes.
Veja todos os mecanismos de manipulação →
Isso acabou de acontecer com você? Veja o que significa →
"O banco vai me devolver, né?"
É a suposição mais comum — e a menos confiável. O Pix tem um mecanismo de devolução (o MED), mas ele só funciona se acionado rápido e se o dinheiro ainda não tiver sido movido pelo golpista — o que raramente acontece, porque o dinheiro costuma sair da conta em minutos.
O MED, na prática
O confronto direto
Preço do Egidio
Se é você que segura tudo — os filhos de um lado, os pais envelhecendo do outro — veja por que o modo Família existe exatamente para isso: a geração sanduíche.
Prejuízo de um golpe
O pódio do medo
Recordes que ninguém quer ter — e quem teve também nunca quis.
O valor não é o ponto principal. O ponto é que cada uma dessas pessoas, no dia anterior, achava que isso só acontecia com os outros.
A conta, feita de forma simples
Usamos o número mais sólido disponível — uma média oficial, calculada a partir de dados públicos, não um caso extremo — e fazemos a conta.
Anos de proteção
Um único golpe com Pix ou boleto, no prejuízo médio constatado de R$ 1.208 por vítima, representa:
R$ 1.208 ÷ R$ 49,90 (assinatura anual)A porcentagem invertida
Visto de outro jeito: a assinatura anual representa
R$ 49,90 ÷ R$ 1.208 × 100A proteção de toda a família, pelo preço de um cafezinho
R$ 99,90 por ano para 4 pessoas equivale a R$ 8,33 por mês para toda a família (99,90 ÷ 12) — o preço de um cafezinho por mês, dividido entre 4. Seus pais, muitas vezes os mais expostos a golpistas (veja como proteger os pais dos golpes), ficam cobertos pela mesma assinatura que você.
Para comparar em base diária: o plano anual sai a cerca de 13,7 centavos por dia (49,90 ÷ 365).
E esse prejuízo médio é só a parte visível: veja o que realmente acontece depois de um golpe — devolução incerta, burocracia, prazos e as chances reais de justiça.
Perguntas frequentes
Quanto custa o Egidio?
R$ 49,90 por ano, R$ 99,90 por ano no modo
Família (até 4 pessoas), ou R$ 149,90 em pagamento único vitalício.
Qual é o prejuízo médio de um golpe financeiro no Brasil?
Entre julho de
2024 e junho de 2025, cerca de 24 milhões de brasileiros foram vítimas de golpes com Pix ou
boletos, com prejuízo total de quase R$ 29 bilhões — uma média de aproximadamente R$ 1.208 por
vítima. Casos individuais, como esquemas de pirâmide financeira, podem ultrapassar dezenas de
milhões de reais.
O modo Família cobre quantas pessoas?
4 pessoas em uma única assinatura,
por R$ 99,90 por ano. Como funciona o modo Família →
Ver também: golpes contra brasileiros no exterior — quem mora fora do Brasil enfrenta golpes específicos, como o falso consulado e a falsa embaixada.
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