Egidio
A conta · preço vs prejuízo

O que custa o Egidio. O que custa um golpe.

Duas colunas de números, com fontes, lado a lado. Nenhum argumento de autoridade — só a conta, que você mesmo pode refazer.

Baixar o Egidio

Antes dos números, um teste

Três mensagens reais. Para cada uma, decida: golpe, ou legítima? Responda com sinceridade, como se tivesse recebido no seu próprio celular.

WhatsApp · de um familiar
Oi mãe, sou eu 😊 Meu celular quebrou, tô escrevendo do número de uma amiga. Salva esse número aí? Preciso pagar uma conta urgente hoje à noite mas meu cartão travou com o celular novo, dá pra você adiantar uns R$ 180? Te devolvo amanhã de manhã, prometo 🙏
Golpe

Sem erro de português, sem link, sem pressão agressiva — só carinho e um probleminha logístico. É exatamente o formato do golpe do «filho em apuros»: um número novo, um pedido de dinheiro plausível, um apelo à confiança familiar em vez do medo. Não tem nada para "reconhecer" no sentido clássico — é justamente isso que torna o golpe tão eficaz.

SMS · "Correios"
Correios: Sua encomenda não pôde ser entregue por uma taxa pendente de R$ 3,90. Pague agora para evitar a devolução do pacote: correios-entrega-pacote.com/pagamento
Golpe

A armadilha está num detalhe minúsculo, fácil de passar batido na tela do celular: correios-entrega-pacote.com em vez do domínio real correios.com.br. O tom, o formato, a lógica de uma taxa pequena — tudo o resto parece confiável. Esse é exatamente o padrão que a polícia vem alertando como um dos smishings mais comuns no Brasil.

SMS · seu banco
Nubank: Compra de R$ 249,00 na AMAZON.COM.BR em 25/07. Reconhece essa compra? Responda SIM ou NÃO. Nunca pedimos sua senha ou código por SMS.
Legítima

Essa mensagem é real — os bancos mandam alertas de fraude exatamente nesse formato, e essa deixa claro que nunca vai pedir senha ou código. Depois de duas armadilhas, a tentação é rejeitar tudo de uma vez — isso também não funciona. Nem confiança cega, nem desconfiança total são confiáveis. É exatamente esse o problema.

Aqui você estava avisado, tranquilo, numa página que anunciou o teste. A mensagem de verdade chega numa terça-feira às 18h, enquanto você tá fazendo outra coisa, e nunca avisa antes.

"O banco vai me devolver, né?"

É a suposição mais comum — e a menos confiável. O Pix tem um mecanismo de devolução (o MED), mas ele só funciona se acionado rápido e se o dinheiro ainda não tiver sido movido pelo golpista — o que raramente acontece, porque o dinheiro costuma sair da conta em minutos.

O MED, na prática

Até 96 horas para a devolução ser efetivada — mas somente depois que a fraude é confirmada, e apenas sobre o saldo ainda disponível na conta do golpista Banco Central do Brasil, Guia MED
Até 11 dias só para as instituições financeiras analisarem o caso, antes mesmo de qualquer devolução acontecer Banco Central do Brasil, Guia MED

O confronto direto

Preço do Egidio

AnualR$ 49,90
Família (4 pessoas)R$ 99,90

Se é você que segura tudo — os filhos de um lado, os pais envelhecendo do outro — veja por que o modo Família existe exatamente para isso: a geração sanduíche.

Vitalício (para sempre)R$ 149,90

Prejuízo de um golpe

≈ R$ 1.208 Prejuízo médio por vítima, golpes com Pix ou boletos ≈ 24 milhões de vítimas e quase R$ 29 bilhões de prejuízo entre julho/2024 e junho/2025 — Fórum Brasileiro de Segurança Pública, citado pela Agência Senado, 18/08/2025
R$ 21 milhões Um caso real: pirâmide financeira desarticulada pela Operação Dumb Money Polícia Federal, Curitiba (PR), São Paulo (SP) e Balneário Camboriú (SC), 07/08/2025 — CNN Brasil
R$ 10,1 bilhões Prejuízo total do setor bancário com fraudes em dois anos (2023-2024), incluindo R$ 2,7 bilhões só em golpes via Pix (+43%) FEBRABAN, via Finsiders Brasil, 11/03/2025

O pódio do medo

Recordes que ninguém quer ter — e quem teve também nunca quis.

R$ 21 milhões Pirâmide financeira desarticulada pela Operação Dumb Money da Polícia Federal — não foi um golpe isolado, foi um sistema inteiro. Polícia Federal, agosto de 2025 — CNN Brasil
258 golpes por hora no Brasil em 2025 — 2,2 milhões de casos registrados, um aumento de 429% desde 2018. Fórum Brasileiro de Segurança Pública, 2025-2026
25,6 milhões de dólares Um funcionário de uma empresa de engenharia em Hong Kong desconfiou de phishing no início — e só cedeu depois de uma videochamada em que todos os presentes, incluindo o diretor financeiro, eram deepfakes gerados por IA. A cautela dele não falhou por descuido: foi usada contra ele. Arup, 2024 — polícia de Hong Kong, Trend Micro

O valor não é o ponto principal. O ponto é que cada uma dessas pessoas, no dia anterior, achava que isso só acontecia com os outros.

A conta, feita de forma simples

Usamos o número mais sólido disponível — uma média oficial, calculada a partir de dados públicos, não um caso extremo — e fazemos a conta.

Anos de proteção

Um único golpe com Pix ou boleto, no prejuízo médio constatado de R$ 1.208 por vítima, representa:

R$ 1.208 ÷ R$ 49,90 (assinatura anual)
24 anos de proteção Egidio

A porcentagem invertida

Visto de outro jeito: a assinatura anual representa

R$ 49,90 ÷ R$ 1.208 × 100
4,1% do prejuízo médio de um único golpe
6,8 centavos
por dia, por pessoa protegida — modo Família, 4 pessoas, R$ 99,90/ano (99,90 ÷ 4 ÷ 365)

A proteção de toda a família, pelo preço de um cafezinho

R$ 99,90 por ano para 4 pessoas equivale a R$ 8,33 por mês para toda a família (99,90 ÷ 12) — o preço de um cafezinho por mês, dividido entre 4. Seus pais, muitas vezes os mais expostos a golpistas (veja como proteger os pais dos golpes), ficam cobertos pela mesma assinatura que você.

Para comparar em base diária: o plano anual sai a cerca de 13,7 centavos por dia (49,90 ÷ 365).

O que esses números mostram, e o que eles não mostram. Nenhuma proteção é absoluta — nenhuma ferramenta pode garantir que golpe nenhum jamais vai passar. O que essa conta mostra é a assimetria: o custo de vários anos de proteção continua menor do que o prejuízo médio de um único golpe bem-sucedido. É essa assimetria, não uma promessa de infalibilidade, que justifica o preço.

E esse prejuízo médio é só a parte visível: veja o que realmente acontece depois de um golpe — devolução incerta, burocracia, prazos e as chances reais de justiça.

Perguntas frequentes

Quanto custa o Egidio?
R$ 49,90 por ano, R$ 99,90 por ano no modo Família (até 4 pessoas), ou R$ 149,90 em pagamento único vitalício.

Qual é o prejuízo médio de um golpe financeiro no Brasil?
Entre julho de 2024 e junho de 2025, cerca de 24 milhões de brasileiros foram vítimas de golpes com Pix ou boletos, com prejuízo total de quase R$ 29 bilhões — uma média de aproximadamente R$ 1.208 por vítima. Casos individuais, como esquemas de pirâmide financeira, podem ultrapassar dezenas de milhões de reais.

O modo Família cobre quantas pessoas?
4 pessoas em uma única assinatura, por R$ 99,90 por ano. Como funciona o modo Família →

Ver também: golpes contra brasileiros no exterior — quem mora fora do Brasil enfrenta golpes específicos, como o falso consulado e a falsa embaixada.