Antes dos números, um teste
Três mensagens reais. Para cada uma, decida: golpe, ou legítima? Responda com sinceridade, como se as tivesse recebido no seu próprio telemóvel.
Sem erros ortográficos, sem links, sem urgência agressiva — só afeto e um pequeno contratempo logístico. É exatamente o formato do golpe do «filho em apuros»: um número novo, um pedido de dinheiro plausível, um apelo à confiança familiar em vez do medo. Não há nada para «reconhecer» no sentido clássico — é precisamente isso que o torna tão eficaz.
A armadilha está num pormenor minúsculo, fácil de não notar no ecrã do telemóvel: ctt-entrega-encomenda.com em vez do domínio real ctt.pt. O tom, o formato, a lógica de uma pequena taxa — tudo o resto parece credível. É precisamente este padrão que a PSP tem vindo a assinalar como um dos smishing mais frequentes em Portugal.
Esta mensagem é real — os bancos enviam alertas de fraude precisamente neste formato, e este especifica explicitamente que nunca pedirá o PIN ou as credenciais. Depois de duas armadilhas, a tentação é rejeitar tudo em bloco — isso também não funciona. Nem a confiança cega nem a suspeita sistemática são fiáveis. É exatamente esse o problema.
Aqui estava avisado, tranquilo, numa página que lhe anunciava um teste. A mensagem real chega numa terça-feira às 18h, enquanto está a fazer outra coisa, e nunca se anuncia.
Ver todos os mecanismos de manipulação →
Isto aconteceu-lhe mesmo agora? Eis o que significa →
«O banco há de me devolver»
É a suposição mais comum — e a menos fiável. O banco deve reembolsar uma operação não autorizada, salvo se provar negligência grave da sua parte. Mas num golpe por manipulação (falso bancário, falso familiar), é você mesmo quem autoriza a operação — o terreno mais escorregadio para conseguir o reembolso.
O reembolso, na prática
O frente a frente
Preço da Egidio
Se é você que segura tudo — os filhos de um lado, os pais a envelhecer do outro — veja porque o modo Família existe exatamente para isso: a geração sanduíche.
Prejuízo de um golpe
O pódio do medo
Recordes que ninguém quer ter — e quem os teve também nunca os quis.
O montante não é o mais importante. O mais importante é que cada uma destas pessoas pensava, no dia anterior, que isso só acontecia aos outros.
As contas, expostas
Usamos o número mais sólido de que dispomos — uma média documentada, não um caso extremo — e fazemo-lo falar.
Anos de proteção
Uma única vítima do esquema do «falso acidente», ao prejuízo médio de pelo menos ≈ 5 455 €, representa:
5 455 € ÷ 29,99 € (subscrição anual)A percentagem invertida
Visto de outra forma: a subscrição anual representa
29,99 € ÷ 5 455 € × 100A proteção de toda a família, pelo preço de um café
59,99 € por ano para 4 pessoas equivale a 5,00 € por mês para toda a família (59,99 ÷ 12) — o preço de um café por mês, dividido por 4. Os seus pais, muitas vezes os mais expostos aos burlões (veja proteger os pais dos golpes), ficam cobertos pela mesma subscrição que você.
Para comparar numa base diária: a subscrição anual fica em cerca de 8,2 cêntimos por dia (29,99 ÷ 365).
E esse prejuízo médio é apenas a parte visível: veja o que acontece realmente depois de um golpe — reembolso incerto, trâmites, prazos e as reais hipóteses de justiça.
Perguntas frequentes
Quanto custa a Egidio?
29,99 € por ano, 59,99 € por ano no modo
Família (4 pessoas), ou 89,99 € em pagamento único vitalício.
Qual é o prejuízo médio de um golpe em Portugal?
Depende muito
do tipo de golpe. No esquema do «falso acidente» dirigido a idosos, o prejuízo médio
documentado é de pelo menos cerca de 5 455 € por vítima (2025). Outros esquemas, como o
falso bancário, atingem montantes muito mais elevados em casos individuais documentados.
O modo Família cobre quantas pessoas?
4 pessoas com uma só
subscrição, por 59,99 € por ano.
Quer proteger mais alguém? Indique-o: 7 dias grátis para os dois.